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O meu ceviche.

Fica a despedida… de 2015! Com um refrescante ceviche que pode muito bem entrar numa ementa de jantar de final de ano.

Adoro ceviche e, não por acaso, já em outras ocasiões se passearam receitas por aqui.

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Desta vez a inspiração veio do recentemente eleito o melhor restaurante do ano, bem como o seu chef. Mas a nossa visita à Cevicheria aconteceu antes dos galardões. Há muito que havia o desejo de conhecer este espaço e, uma ida a Lisboa, para vários fins, inclusive ver arte na rua, permitiu a concretização dessa vontade.

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Depois de ler algumas críticas e falar com quem já tinha feito a experiência, decidimos escolher o menu de degustação e fazê-lo ao balcão. O espaço da sala é exíguo e, não tenho dúvidas, foi a melhor opção. Além disso, para além de observar a preparação dos pratos, foi ainda possível ir conversando com os cozinheiros. As suas informações foram preciosas para, mais tarde, eu própria me aventurar na preparação do ceviche puro e esclarecer o que é o “leite de tigre”.

Eis o que provámos no restaurante:

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Julgo que, em termos de sabor me consegui aproximar bastante, talvez com menos agressividade na acidez… uma demanda necessária quando serve um prato desta natureza a crianças! Em todo o caso, fiquei muito satisfeita com o resultado, pese embora a apresentação tenha ficado aquém… Definitivamente, tenho muitas limitações com o saco de pasteleiro!

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A receita que segui está disponível aqui. Para ser fiel ao que tinha provado, em vez da batata doce cozida, servi-a em puré.

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