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Entretanto, antes de responder à última questão dos sabores romanos em Conímbriga (PORQUÊ?) fica uma açorda do mar. Ainda que as fotografias, feitas à socapa e de telemóvel em riste, não façam justiça ao resultado final, em termos de sabor é tão bom, que não importa nada a falta de qualidade das imagens. Atrevam-se a fazê-la que vale bem a pena para quem aprecia açordas e claro, o mar na boca!

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Açorda do mar

Pão de centeio; camarões; mexilhões; ovas de bacalhau; azeite; vinho branco; caldo de marisco; alho; coentros; cebola; alho; azeite; tomate; ovos.

Corta-se o pão em pedaços muito pequenos e ensopa-se no caldo de marisco. Reservam-se os pães para servir de base|prato. Refoga-se cebola muito picadinha (porque não se deve notar a cebola numa açorda), alho e talos de coentros muito picados em azeite e acrescenta-se o tomate. Adicionam-se as ovas de bacalhau previamente cozidas e desfeitas e os mexilhões. Acrescenta-se vinho e o restante caldo de marisco.

Juntar o pão ao refogado. Leva-se novamente ao lume, tudo bem envolvido e deixa-se ficar em lume brando até apurar. Quando levantar fervura, adiciona-se os ovos bem mexidos e envolve-se vigorosamente. Retira-se e salpica-se com coentros. Serve-se dentro das caixas de pão com os camarões grelhados, previamente marinados em azeite e açafrão.